Em assembleia, trabalhadores aprovam contraproposta da VALEC

No dia 09 de agosto os dirigentes sindicais Paulino Moura, Jerônimo Netto e Valmir de Lemos reuniram-se com o diretor-presidente da VALEC Engenharia, Construções e Ferrovias S.A., André Kuhn, e com a superintendente de Administração e Finanças, Daniella Lemes Corado, além da gerente do Desenvolvimento de Pessoas, Áurea Gonçalves.

A pauta em questão foi o Acordo Coletivo de Trabalho 2022/2023 dos empregados oriundos da extinta Rede Ferroviária Federal S/A (RFFSA), que foram transferidos para a VALEC por força da Lei nº 11.483, de 31/05/2007.

Na ocasião, a empresa apresentou contraproposta à pauta de reinvindicações 2022/2023, protocolizada na Companhia no dia 07 de março deste ano através da Carta nº 021/CG/SINDIFERRO/22, e, aprovada nas Assembleias Gerais Ordinárias realizadas no período de 18 a 24 de fevereiro.

Na cláusula terceira – Reajuste Salarial, a VALEC apresenta um reajuste de 5% a partir da data em que for firmado o presente acordo. Diante do tempo sem reajuste e a conjuntura que dificultaram o processo negocial, assim, acreditamos que mesmo sem atender as perdas inflacionárias acumuladas nesses anos, seria razoável acordar com essa contraproposta.

Em 16 de agosto, os sindicatos da Bahia e Sergipe, Tubarão (SC), Zona Central do Brasil, Nordeste-PE e Conselheiro Lafayete/MG realizaram assembleias para apresentação da contraproposta da VALEC, que foi aprovada por todos os presentes.

Na reunião de 18 de agosto a VALEC tomou conhecimento do resultado das assembleias. Foi agendada outra reunião para o dia 29 de agosto, de forma virtual, para dar prosseguimento às negociações.

 

Foi proposta também, com referência à cláusula décima-segunda – Da Assistência à Saúde - um reajuste de 10%, passando o reembolso a título de auxílio saúde, as despesas com Plano de Saúde, mediante apresentação do documento comprobatório do pagamento, no valor referente a 50% da participação da empresa, limitado a R$ 264,55 para empregado e cônjuge.

Para dependente legal, ou filho estudante universitário até 24 anos, o reembolso no valor referente a 50% da participação da empresa, limitado a R$ 131,66, já reajustado com índice de 10%, aplicado a partir da data em que for firmado o presente acordo.

De acordo com a cláusula décima – Auxílio Tíquete Alimentação/Refeição, a A VALEC fornecerá tíquete alimentação/refeição em número de 22 unidades, mensalmente, de acordo com a opção feita pelo empregado entre um ou outro, ou 50% para o cartão alimentação e 50% para o cartão refeição, no valor de R$ 901,30, mantidas as condições e regulamentações vigentes.

O pagamento do ticket refeição será mantido nos casos de afastamento por acidente de trabalho, pelo prazo de 15 dias.

Estão contidas na contraproposta final da VALEC as cláusulas Férias, Horas Extras, Adicional de Insalubridade, Adicional de Risco de Vida, Auxílio Transporte, Banco de Horas, Auxílio Materno Infantil, Aposentadoria Especial, Comissões de Igualdade e Oportunidade, Estabilidade por Acidente de Trabalho/Doença Profissional, Assistência Jurídica ao Empregado, Doenças Profissionais e Acidente do Trabalho, Exame Médico Periódico, Transferência/Motivo Saúde, Liberação Dirigentes Sindicais, Contribuição Social, entre outras.

Boletim Unificados dos Ferroviários da CUT

Confira aqui, em pdf, a mais nova edição do informativo do Boletim Unificado dos Ferroviários da CUT, de agosto de 2022. Você também pode conferir aqui:

 

Jornal Linha (Sindicato dos Ferroviários do Litoral de Santa Catarina)

Confira aqui, em pdf, mais uma edição do informativo do Sindicato dos Ferroviários do Litoral de Santa Catarina (SINDFEM/SC), o Jornal Linha, de agosto de 2022. Você também pode conferir aqui:

 

VALEC e sindicatos negociam Acordo Coletivo de Trabalho

Empresa oferece 5% de reajuste. Aposentados e pensionistas estavam desde o Governo Dilma sem qualquer aumento

No último dia 09 de agosto os dirigentes sindicais Paulino Moura, Jerônimo Netto e Valmir de Lemos reuniram-se com o diretor-presidente da VALEC – Engenharia, Construções e Ferrovias S.A., Sr. André Kuhn, e com a superintendente de Administração e Finanças, Daniella Lemes Corado. Foi discutido o Acordo Coletivo de Trabalho 2022/2023 dos empregados oriundos da extinta Rede Ferroviária Federal S/A (RFFSA), transferidos para a VALEC por força da Lei nº 11.483, de 31 de maio de 2007.

A empresa apresentou na contraproposta a Pauta de Reinvindicações 22/23 que foi protocolizada na companhia no dia 07 de março através da Carta nº 021/CG/SINDIFERRO/22, e, aprovada nas Assembleias Gerais realizadas de 18 a 24 de fevereiro.

Na Cláusula Terceira - Reajuste Salarial - a Valec oferece um reajuste de 5% (cinco por cento) a partir da data em que for firmado o presente acordo. Diante do tempo sem reajuste e a conjuntura que dificultaram o processo negocial, acreditamos, que mesmo sem atender às perdas inflacionárias acumuladas nesses anos, seria razoável acordar com essa contraproposta. Os trabalhadores decidirão o aceite na Assembleia que será realizada no dia 16 de agosto.

Foi proposta também, com referência à Cláusula Décima Segunda - Da Assistência à Saúde - um reajuste de 10% (dez por cento), passando o reembolso a título de auxílio saúde, as despesas com Plano de Saúde, mediante apresentação do documento comprobatório do pagamento, no valor referente a 50% (cinquenta por cento) da participação da empresa, limitado a R$ 264,55 para empregado e cônjuge. Para dependente legal, ou filho estudante universitário até 24 anos, o reembolso no valor referente a 50% da participação da empresa, limitado a R$ 131,66, já reajustado com índice de 10%, aplicado a partir da data em que for firmado o presente acordo.

Quanto à Cláusula Décima - Auxílio Tíquete Alimentação/Refeição, a VALEC fornecerá tíquete alimentação/refeição em número de 22 unidades, mensalmente, de acordo com a opção feita pelo empregado entre um ou outro, ou 50% para o cartão alimentação e 50% para o cartão refeição, no valor de R$ 901,30, mantidas as condições e regulamentações vigentes. O pagamento do ticket refeição será mantido nos casos de afastamento por acidente de trabalho pelo prazo de 15 dias.

Estão contidas na contraproposta final da VALEC cláusulas Férias, Horas Extras, Adicional de Insalubridade, Adicional de Risco de Vida, Auxílio Transporte, Banco de Horas, Auxílio Materno Infantil, Aposentadoria Especial, Comissões de Igualdade e Oportunidade, Estabilidade por Acidente de Trabalho/Doença Profissional, Assistência Jurídica ao Empregado, Doenças Profissionais e Acidente do Trabalho, Exame Médico Periódico, Transferência/ Motivo Saúde, Liberação Dirigentes Sindicais, Contribuição Social, entre outras.

Este avanço nas negociações é uma conquista da luta do movimento sindical ao longo dos anos. Aposentados e pensionistas permaneciam sem reajuste desde o governo Dilma, e a empresa finalmente concedeu um aumento numa tentativa de diminuir o impacto negativo neste momento dramático em que vivemos, no cenário político e econômico do país. Ano de eleição...

Brasil é 4º país onde mais acontecem acidentes de trabalho

Ocupar as primeiras colocações de um ranking é sempre bom, certo? Errado, nem sempre! Prova disso é que o Brasil está entre os cinco países onde mais acontecem acidentes de trabalho no mundo, e, acredite, esse TOP 5 é sinônimo de tristeza e desolação. Infelizmente, a cada 48 segundos um acidente de trabalho acontece em nosso país, e a cada 4,5 horas, um trabalhador perde a vida, pelo mesmo motivo. Os dados são do Observatório Digital de Saúde e Segurança do Trabalho, desenvolvido pelo Ministério Público do Trabalho (MPT) e pela Organização Internacional do Trabalho (OIT).

Outro dado bastante representativo ilustra a falta de proteção à qual a grande maioria dos trabalhadores está exposta: entre 2012 e 2017, a Previdência Social gastou mais de R$ 26,2 bilhões com o pagamento de auxílios-doença, aposentadorias por invalidez, auxílios-acidente e pensões por morte de trabalhadores.

Sabe quais as partes do corpo mais atingidas?

Depois dos dedos, o pé é a parte mais atingida por acidentes de trabalho, conforme levantamento realizado em 2015. Somente neste ano, 6,4% dos acidentes de trabalho de todo o país ocorreram neste membro inferior do nosso corpo, totalizando quase 40 mil ocorrências.

Como proteger os pés?

Conforme mostram as estatísticas, os pés dos trabalhadores são pontos vulneráveis. A começar pelo piso sobre o qual eles se deslocam frequentemente, que pode apresentar irregularidades, ser liso, áspero ou escorregadio, e ainda conter perfurocortantes. Assim, é preciso optar por calçados que tenham solado adequado, de acordo com cada superfície, impedindo danos ao trabalhador.

Outro ponto crítico com relação à proteção dos pés é a biqueira dos calçados de segurança. Elas precisam ser resistentes e oferecer rigidez capaz de suportar elevadas cargas, mas, ao mesmo tempo, devem ser flexíveis para resistir a choques sem deformar-se.

As áreas que mais registraram acidentes de trabalho.

Os trabalhadores de funções transversais (em geral, operadores de veículos e máquinas) foram os mais atingidos, com 37,1% de acidentes registrados nesse segmento. Em seguida, o segmento de saúde, ciências biológicas, bioquímicas e afins foi o que mais registrou esses problemas, com 21,9%. A área da indústria extrativa e da construção civil ficou próximo, com 21,6% dos acidentes.

Como evitar tantos acidentes?

Sem dúvida alguma, uma das medidas que mais trazem segurança é o uso correto de equipamentos. Os chamados EPIs (Equipamentos de Proteção Individual) devem sempre estar na lista de prioridades de qualquer indústria ou empresa. Além de proteger o trabalhador esses equipamentos garantem que ele exerça suas funções com mais tranquilidade, aumentando sua produtividade.

 

Fonte: https://kadeshcalcados.com.br/